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04 FEV 2013
CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM ROUPA NOVA...
Ainda novidade no mercado brasileiro, embora já esteja consolidado em outros países, o Refinanciamento Imobiliário vem se destacando como produto de Crédito Imobiliário que atende aqueles que querem levantar um empréstimo oferecendo o imóvel que possuem como garantia.

Essa forma de financiamento oferece a vantagem de ser rápida, com menos burocracia e muito segura, para ambos os lados da negociação. Um imóvel na área urbana, já pago e com documentação, pode ser utilizado como garantia de pagamento. Isso quer dizer que ele fica hipotecado até o final do pagamento do empréstimo. O valor que se consegue chega até a 50% do valor do imóvel.

Essa é uma alternativa para quem precisa de dinheiro e não quer vender o seu imóvel. Tem sido usada também para adquirir um segundo imóvel, para a família, na praia ou no campo. O segundo imóvel familiar ou segundo carro vem se tornando realidade para a classe média brasileira, que vem utilizando o refinanciamento ou também a opção do consórcio, quer seja de veículos ou imobiliário.

Como exemplo, se você precisa de R$ 50 mil para quitar seu imóvel, poderá pedir um empréstimo de R$75 mil. A diferença pode ser utilizada para a finalidade que desejar.

O refinanciamento de imóveis vem sendo procurado por três tipos de clientes. Em primeiro lugar os que desejam investir em um negócio próprio, em segundo lugar os que vão comprar o segundo imóvel, e em terceiro aqueles que precisam de dinheiro para refinanciar uma dívida.

Bancos particulares também oferecem esse produto de crédito imobiliário, entretanto seus critérios exigem um perfil financeiro do cliente que nem todos possuem. Com os mesmos critérios de um primeiro financiamento imobiliário, esse produto se torna difícil de contratar. Na realidade, o refinanciamento de imóveis pode ainda se expandir muito mais no Brasil, à medida em que os bancos apostem nas vantagens do empréstimo com garantia.

Para quem vai contratar, deve planejar com cuidado o quanto pode destinar mensalmente para o pagamento das parcelas. Analisar a própria capacidade de pagamento é um exercício de educação financeira. O imóvel dado como garantia pode ser apropriado pelo banco por falta de pagamento, mas esse é um evento extremo que ninguém quer, nem o cliente e nem o próprio banco.


Via Emprestimo.org
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13 MAR 2014
DIPLOMACIA E ESTRATÉGIA PARA AJUDAR FINANCEIRAMENTE OS FILHO...
Segundo estudo de 2011 da fundação americana sem fins lucrativos National Endowment for Financial Education, 60% dos pais ajudam os filhos mesmo depois de formados, muitos à custa de sua própria segurança financeira na aposentadoria. Mas será mesmo recomendável permitir que você fique vulnerável na velhice a fim de auxiliar seu filho adulto?

O fato é que, para apoiar os filhos com a quantia certa e da maneira correta, o fundamental é ter cuidado na comunicação. Calcule a quantia com que você pode contribuir, dentro do razoável, e defina qual é sua filosofia de ajuda aos filhos – explique os sentimentos que estão por trás dela. Confira algumas dicas:

- Ajude sem criar dependência

Ajudar com contas médicas ou contribuir num período de desemprego é uma coisa, mas sustentar um estilo de vida que os filhos não podem custear por si sós é algo totalmente diferente.

- Seja estratégico em questões de habitação

Os pais devem entender que o teto é uma necessidade básica, mas uma casa melhor não é. Dar a entrada de uma casa cujas parcelas os filhos não terão condições de pagar é ilógico, assim como comprar uma casa com eles ou dar a eles sua casa velha (além de trazer consequências de âmbito fiscal, você pode se ver incapaz de tirar sua parte quando precisar dela para se aposentar).

- Incentivos para recompensar comportamentos

Se você quiser incentivar seus filhos a economizar, faça de conta que tem um plano familiar e abra um plano equivalente ao valor que seus filhos pouparem. Ou ajude-os a trabalhar. Você pode custear cursos de formação ou contribuir com o pagamento da escola fundamental ou da faculdade, para que eles possam desenvolver uma carreira num ambiente de economia rígida.

- Simplesmente diga não

Se você não tem condições de ajudar, não ajude. Ofereça, em vez disso, um auxílio não-financeiro: cuidar das crianças, fazer os consertos na casa ou preparar as refeições, para que eles possam trabalhar, ou ensiná-los a fazer consertos de casa ou a cozinhar. Isso é apoio, e é uma boa forma de transferir habilidades de uma geração para a outra.

Mesmo se você tiver condições de ajudar, não exagere. Não deixe que seu filho se torne dependente de você, pois fortunas também acabam e não é sempre que você estará por perto. Atente-se para aquela máxima: mais importante do que dar ao filho o peixe, é ensiná-lo a pescar.

Fonte: Valor Econômico
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